O que torna a relocalização familiar diferente

Realocar uma família não é realocar um indivíduo multiplicado. As crianças têm necessidades diferentes — escola, médico de família, actividades, integração social. O cônjuge pode ter a sua própria situação profissional a considerar. Cada membro da família precisa de NIF individual. O processo de visto pode ser diferente para diferentes membros dependendo das nacionalidades.

Carlos tem experiência específica com famílias — e entende que o sucesso da relocalização não se mede apenas nos documentos obtidos, mas no bem-estar da família nos primeiros meses.

Ordem de prioridades para famílias

Cidadãos da UE vs. não-UE — diferenças para famílias

Famílias da UE/EEA (incluindo britânicos com estatuto pré-Brexit válido): o processo de residência é geralmente mais simples — registo AIMA como cidadão UE, sem necessidade de visto consular prévio.

Famílias de fora da UE (incluindo cidadãos americanos, canadianos, australianos, sul-africanos): necessitam de visto consular antes de viajar. Para famílias mistas (um cônjuge UE, outro não-UE), há mecanismos de reagrupamento familiar que Carlos analisa caso a caso.

Escolas — a decisão mais importante para famílias

A escolha da escola impacta directamente a felicidade das crianças e a satisfação da família com a decisão de se realocar. Carlos avalia honestamente todas as opções — escola internacional, bilingue ou pública — com base nas idades, idiomas, planos de permanência e prioridades da família. Não temos acordos com escolas — a recomendação é genuinamente imparcial.